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28 de jun de 2012

Corey fala sobre o Antennas to Hell e o Mayhem Festival 2012!!

Corey Taylor concedeu à Rick Florino uma entrevista exclusiva onde falou sobre o Mayhem Festival, o novo álbum do Slipknot, 'Antennas to Hell' e o 'All Hope Is Gone'.

A entrevista pode ser conferida logo abaixo, stay!

O público do Mayhem Festival não foi a primeira experiência ao vivo de All Hope Is Gone (música)?

"Sim, foi. De fato, durante o primeiro show que tocamos em Seattle, onde Sid quabrou seus tornozelos realmente tocou All Hope is Gone. Foi a única vez que tocamos ao vivo, foi muito interessante. O primeiro show é sempre o que você está tentando encontrar o ritmo do que fazemos ao vivo. Por alguma razão, eu me senti bem durante todo o All Hope is Gone".


Esta turnê é especial ao Slipknot por retornar ao EUA depois de três anos?

"A última vez em que tocamos nos EUA foi no Halloween de 2009. Nós sempre tivemos um bom tempo viajando pela América do Norte. É uma grande oportunidade estar diante de um monte de gente louca e destruí-las com nossa música. Fomos os primeiros headliners do Mayhem. Nós cobrimo-lhe com outras bandas como Slayer, Motörhead, Anthrax e banda mais recentes, como As I Lay Dying, o que faz você se sentir bem. É ótimo nos restabelecermos dessa forma".


Você se recorda do seu primeiro show em um festival de verão?

"O primeiro foi o Ozzyfest, onde tocamos em 1999 em West Palm Beach, era 29 de Maio. Me lembro que foi o show mais quente que eu já havia feito até então. Quando começamos, tínhamos cerca de 200 pessoas apenas. Na época ele foi feito para o Slipknot e toda a área estava cheia, as pessoas estavam se divertindo nas colinas do palco. Saímos super cedo, ao meio dia. Era um bom momento para nós. Eu me lembro que nós passamos três dias de viagem até chegar lá, nós nunca tínhamos estado em um ônibus antes. Tivemos que descobrir as coisas, todos nós tínhamos muita bagagem, foi rídiculo. Tudo ficou no ônibus, todas as nossas máscaras e macacões ficaram lá, lembro-me que cheirava muito mal. Por um tempo ficamos à base de sacos gigantes de biscoitos e salada de atum. Isso era tudo o que tínhamos para um mês e meio. Ele nos manteve vivos tempo suficiente para o próximo concerto. Havia alguns dias magros, foi má sorte".


Antennas to Hell é como um álbum de fotos do Slipknot?

"Sim, eu definitivamente acho que é, mas de forma instantânea. Essa é a nossa homenagem aos anos com Paul. É assim que vou me referir a ele. Fizemos grandes canções com Paul, mesmo aquela em que ele não escrevia de forma natural. Esta foia  maneira que encontramos de mostrar o testemunho de Paul de dentro do Slipknot, de expor o seu legado, e o grande número de músicas que vieram a partir desses anos. É raro e interessante ver o que acontece no futuro, mas se nada acontece, temos quatro grandes álbuns com Paul. Está é a nossa saudação à ele".


Você se sente como um porta de entrada para os fãs jovens, ao metal?

"Claro! É como se nós lhes déssemos apenas nossos "hits de rádio". É uma grande mistura de músicas que foram tocadas e as que tocamos ao vivo, e as pessoas fizeram com que isso fizesse sucesso. Sem os fãs não teríamos nada disso. 'By the way' (Red Hot Chili Peppers) não tem um hit. É uma combinação de músicas ao vivo que as pessoas esperam para ver quando eles vêm para um show do Slipknot".


Qual é a primeira coisa que lhe vem à cabeça quando pensa sobre o 'All Hope is Gone' (álbum)? 

"Foi realmente a tempestade perfeita da música de Paul e Joey, eles tinham reunido algum material realmente bom. Ambos tiveram que colocar algumas coisas juntos, eu levo uma canção. Na verdade, houveram algumas canções que saíram juntas no estúdio, e fizemos deste álbum o que ele é. Foi grandioso o ver todos os dias e ouvir a possibilidade de deixar todo o potencial, que era incrívelmente poderoso, e foi muito bom ouvir isso. Para mim foi um passo para a maturidade da banda. Começamos a fazer isso com o Vol 3: The Subliminal Verses, mas com o All Hope Is Gone descobrimos que poderíamos misturar toda a ferocidade com uma abordagem diferente à música. Ainda é possível ter o peso, mas de diefrentes maneiras. Se você quiser falar sobre os anos de Paul no Slipknot, verá que foi um álbum que poderia deixar as pessoas com alguma forma".

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