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17 de dez. de 2013

Joey Jordison deixa o Slipknot! Como isso pôde acontecer?!

Joey Jordison, ex-baterista do Slipknot.

Olá, caros metaleiros! Já faz um bom tempo desde a última vez em que escrevi pra vocês, mas estou de volta, pelo menos por hoje. O motivo do meu retorno é incerto, mas isso é conversa para mais tarde. Durante a minha ausência, surgiram muitas notícias envolvendo o Slipknot e os membros da banda: o show no Monsters of Rock, novidades e boatos sobre o próximo álbum da banda e declarações dos caras a respeito disso, mas nenhuma foi tão bombástica quanto a saída de Joey Jordison. Eu mesmo fiquei estarrecido quando soube que era mesmo verdade, não dava pra acreditar. Porra, o meu ídolo e a alma do Slipknot... fora da banda? Sabe, pela 1ª vez senti algo estranho em relação ao Slip, uma peça estava fora do jogo e eu nem sabia porquê. Logo após a ideia de aceitação de que Joey Jordison não pertencia mais ao Knot, algumas questões começaram a surgir, a 1ª delas naturalmente foi: porque ele saiu? No site oficial da banda, dizia que a saída dele foi "pessoal" e que tudo seria esclarecido num "futuro próximo". Depois de ler isso, eu só podia pensar em duas coisas: ou o Joey decidiu priorizar o Murderdolls e a nova banda dele, o Scar The Martyr, e por isso saiu do Slip, ou houve algum tipo de conflito interno que levou à sua saída. Até onde eu sei, dentro do Slipknot todo mundo se relacionava razoavelmente bem, era um tipo de convivência aceitável.

Mas a razão do #1 não pertencer mais ao time dos Demônios de Iowa (como o Slipknot era conhecido no estado de Iowa) não era a única das questões ainda vagas. O futuro da banda ainda era incerto, quem seria um "substituto" à altura de Joey, o grupo continuaria o mesmo, quais os planos de agora em diante...? Muitas pontas continuam soltas depois de tal bomba ser jogada em nossas caras, mas sinceramente, acho que muita coisa há de mudar. Após o impacto da morte de Paul, a banda enxugou as lágrimas e continuou mas desde aquela época já faltava algo, a essência não era mais a mesma. Aquela raiva da época do Iowa havia ficado pra trás, não se sentia mais aquele frio na espinha quando o Corey forçava a garganta com o gutural. 

Eu, como fá do Slipknot, sempre procurei defender a imagem da banda com argumentos, mas dessa vez o "baque" de ficar sabendo que Joey Jordison deixou a banda foi demais. A situação não era mais aceitável e ainda não é, porra... como ele pôde sair? Certo que ele não sairia porque de uma hora pra outra decidiu sair, com certeza teve os seus motivos. Talvez o efeito surpresa da notícia tenha piorado ainda mais a dimensão como vimos os eventos depois de ocorridos, mas devo admitir que a ficha levou um tempo pra cair. Nos três dias seguintes eu ainda não havia me convencido que Joey Fucking Jordison tinha pego suas baquetas e ido embora, mas infelizmente aconteceu. Uma dos meus pensamentos mais constantes em relação ao Slipknot é quais são os planos daqui pra frente. Vão mesmo gravar o sucessor de All Hope Is Gone em 2015, vão procurar por um 'substituto" e continuar tocando mundo a fora, vão se focar nas composições e contratar um baterista mais posteriormente? Então, quer dizer, muita coisa ainda ficou sem sentido... foi um tremor e tanto pra quem curte a banda. Foi foda!

Mas particularmente, querem saber? Acho que agora o Slipknot vai se tornar cada vez mais aquelas bandas que depois de passados 10 anos, os fãs olham pra trás e pensam "Antigamente era melhor! Hoje em dia não é a mesma coisa.", mais ou menos o que houve com o Guns N' Roses. Apesar de lidarem com as adversidades, seja da forma que for, não vai voltar a ser como antes. 

Uma das principais questões ainda vagas é a de quem seria o novo baterista do Slipknot, e francamente falando, não faço a menor ideia. Em uma dessas conversas no Facebook, estava falando com o Victor Rodrigues, baterista da Lekhaina (conhecido meu que também toca bateria), sobre a saída do Joey e tudo o que isso envolvia, inclusive a entrada de um novo baterista, e cara, são opções pra caralho! Mas nem tantas assim, porque pra entrar no Knot precisaria ser "O" batera, um com estilo e técnica razoavelmente semelhantes às do Joey. Pelo menos eu, acharia extremamente estranho ver o Slipknot tocando com um batera com um estilo próximo ao dE Dave Lombardo ou Shawn Drover, por exemplo. Ideias pra lá, comentários pra cá e cheguei a conclusão de que um "substituto" à altura seria Matthew McDonough, baterista do Mudvayne. O cara tem um jeito de tocar bem semelhante ao do Joey, possui bastante técnica e velocidade, só peca no quesito presença de palco onde o Joey era realmente único! A condução no china (prato), as viradas, as batidas de cabeça, a bateria vertical... ó Deus, aquela bateria nunca mais vou ver! Mas fora Matthew, não vejo outras opções. Enfim, agora só nos resta esperar e ver o que a banda vai decidir. Só estou certo de que o Slipknot perdeu a sua essência, o Joey levou com ele um pouco da alma da banda. Sem alma, não há conteúdo. Sem conteúdo, não há vida. Ou pelo menos parte dela. A notícia foi triste, mas foi verdadeira! Um verdadeiro tapa na cara pra muitos de nós! 

Mas de qualquer maneira, espero que tenham curtido a postagem! Estou aberto à críticas, elogios, sugestões, dicas ou seja lá que porra for. Comentem, se puderem! stay.

27 de jun. de 2012

Joey fala sobre Donnie S. e o próximo álbum do Slipknot!

Quem acompanha o 'Domínio Maggot' já deve ter percebido que a um tempo atrás foi postado aqui uma entrevista do Joey à revista inglesa 'Terrorizer', onde o baterista falou sobre a morte de Paul Gray e como isso afetou a ele e ao Slipknot. Porém até aquele momento não havia sido disponibilizado nenhum trecho da declaração do #1, mas com o catálago de Julho já nas bancas da gringada, a entrevista nos foi passada e traduzida. 

A respeito de Donnie Steele, que irá se juntar ao Knot durante o Mayhem Festival e continuará tocando atrás do palco:

Joey: "O outro cara (Donnie) não tem permissão para ficar no palco. De jeito nenhum. Ele fica atrás do palco e faz um grande trabalho. Nós somos nove pessoas, e infelizmente, nós perdemos um. Mas isso não importa, nós ainda somos nove. Nós nunca poderemos substituir o Paul, mas é por isso que trouxemos o Donnie para a banda. Ele foi o primeiro guitarrista antes de eu vir para a banda, quando nós ainda éramos o The Pale Ones. Ele é um cara muito legal e maduro. Nós ainda não decidimos pôr um outro baixista ainda. Nós não queremos nomes conhecidos ou qualquer coisa parecida. Não faz sentido trazer qualquer um de outra banda que é enorme. Nós queremos manter isso em família e ele é parte da nossa família e tem sido ótimo desde então".


Sobre o próximo álbum do Slipknot:

 "De longe, eu já escrevi e gravei umas 40 músicas. Todo mundo está escrevendo coisas, mas as pessoas querem trabalhar em outros projetos, então eu estou escrevendo sozinho até que nós todos possamos nos juntar. Então nós podemos começar a tocar e ir em frente. Foi como nós escrevemos Prelude, The Blister Exists, é como nós começamos a escrever um monte de músicas. Este vai ser o nosso mais profundo e celebrado disco. A jornada é que estamos tentando viver nossa vida, assim como todo mundo. Todos temos coisas estranhas acontecendo e muitas músicas vão refletir isso. No próximo álbum nós vamos exorcizar todo o tipo de merda que, eu acho, que guardamos muito tempo um do outro". 


Sobre as emoções que vão transparecer no próximo álbum:

"Positivas e negativas. Inveja? Isso não existe nessa banda. Essa é a pior emoção de todas, ela mata as pessoas. Sabe quem faz isso? A imprensa, e isso nos irrita muito. Os jornalistas ficam colocando palavras na nossa boca. Todos do lado de fora - os jornalistas, empresários, contadores - esse álbum vai ser o maior "foda-se". O Iowa era meio brincadeira, mas nesse aqui, em termos de emoções, vai fazer muita gente se identificar, mais do que os outros quatro".


Sobre Shawn ter dito em 2011 sobre não ter certeza sobre sua permanência no Slipknot:

"Eu não acredito nisso de jeito nenhum. Além do mais, não há nenhum tipo de divergência entre os integrantes, nada que precise ser consertado. Todos fazemos as coisas e não tem mais brigas. Estamos todos nos dando muito bem. É o mesmo sentimento que tive em 1999 quando o primeiro álbum saiu. Eu e o Corey nos entendemos mais do que nunca. Na verdade, o problema nunca foi esse, a imprensa que nos jogou um contra o outro. Fui eu que trouxe o Corey pra banda, na época ninguém o queria".


Uma entrevista muito boa, porém acho que o Joey também poderia ter sido questionado sobre o 'Antennas to Hell', ter dado mais detalhes sobre o álbum, mas mesmo assim não desmereçe a excelente versão dele á 'Terrorizer'. 


(CAPA)

14 de jun. de 2012

Joey: "Depois que Paul morreu, fiz dois cortes no meu braço"

Um ano depois da última capa, em 2012 Joey fez um retorno triunfal à primeira página da revista Terrorizer a quem concedeu uma entrevista emocionante onde o baterista falou sobre a morte de Paul Gray, como encarou esse trágico fato e como a ausência do #2 afetou o Slipknot. Infelizmente o depoimento do 'Superball' não nos foi disponibilizado até o presente momento, de modo que a postagem está sujeita a atualizações caso a tão esperada versão do #1 surja.

Porém, durante a entrevista Jordison disse uma frase muito pessoal sobre como lidou com a morte de Paul Gray:
"Depois que Paul morreu, fiz dois cortes no meu braço".


(Capa)

12 de jun. de 2012

#1, #2

 Gostei, postei. Linda foto :)
Enviada por Camila Cavalcanti, obrigado.

Envie também a sua imagem para williambarros@ymail.com (email), ou via msn, williamdm18@hotmail.com stay!

1 de jun. de 2012

Joey Jordison: "Não haveria metal sem o Black Sabbath"


Na edição desse mês da revista Metal Hammer, foi publicada uma edição especial sobre o Black Sabbath, onde Joey Jordison falou sobre a banda, suas músicas e o impacto causado por ela durante sua infãncia. Acompanhem:

"Sem o Black Sabbath é simples: não haveria metal. Há outras bandas que foram importantes, mas o Black Sabbath é o pioneiro do Doom e da música pesada. Ouço Into The Void, Lord Of This World e Sweet Leaf! Master Of Reality é o meu álbum favorito e teria que dizer que Black Sabbath é minha música favorita. Ainda hoje tenho arrepios, eu não me importo com quantos anos eu esteja. Eu poderia ter 70 anos e que a música ainda me apavoraria. Meus pais costumavam jogar esse álbum quando eu era criança. Foi assustador, eu estava me perguntando o que diabos meus pais estão fazendo lá embaixo? (Risos) É o único álbum que me assustou a esse nível. Essa música só sopra tudo para fora da água! "

31 de mai. de 2012

Antennas to Hell - #1

No dia 29 foi postada a 1ª aparição do "Antennas to Hell" com Sid Wilson, porém no dia de ontem foi publicada uma espécie de "continuação", dessa vez com Joey Jordison em cenas nunca vistas antes. Entre elas, Jordison sendo carregado nos ombros de Shawn nos bastidores dos shows e suas batidas de cabeça diante da batera. Percebam que coincidentemente ou não, foi sequencial: primeiro o #0, agora o #1. O próximo seria Paul Gray, ex #2? Só o tempo dirá. stay and die, motherfuckers!


30 de mai. de 2012

28 de abr. de 2012

Joey Jordison completa 37 anos!



Joey Jordison
Desculpem-me pela demora em voltar ao 'DM', porém após o meu retorno, trago uma notícia triunfal: o aniversário de Nathan Jonas 'Joey' Jordison! Isso mesmo, o chamado "Pequeno Notável" completou 37 anos de vida nessa quinta feira, dia 26 de Abril! 37 anos de muita saúde, talento e insanidade, é claro.

Desejo de verdade, muito mais saúde ao #1, muito dinheiro, mulher e muito mais tempo no Slipknot e Murderdolls. Espero de verdade que continue esse ser extraordinário que você é. Parabéns Joey #1!

15 de mar. de 2012

Joey: "No momento certo, faremos outro álbum".

Olá Maggots, tudo bem? No dia 11 de março, foi postado no Youtube o vídeo legendado com a entrevista de Joey Jordison para a Soundwave Tv, onde o #1 falou sobre suas atividades para manter-se ocupado, sobre a morte de Paul, sobre o show no Rock in Rio e a turnê australiana. Jordison também disse que jamais esperava chegar onde chegou junto com o Knot, e que no momento certo, a banda gravará um novo álbum.

Foi uma declaração bem rápida, teve apenas 3:34 (tirando as edições de vídeo no inicio e fim), que ocorreu antes do show na turnê australiana em Brisbane, porém devo dizer que, sinceramente, essa foi a melhor entrevista que um membro do Slipknot já concedeu seja lá pra quem for. Convenhamos, o Joey foi massivo: em tão pouco tempo de vídeo, o cara falou tudo sobre tudo que queríamos saber, matou muitas das nossas dúvidas como fãs do Knot, além de ter dado o veredicto: o Slipknot não irá  acabar, e que além disso, a banda vai gravar outro álbum, resta apenas a chegada do momento certo para que isso aconteça. O cara disse muito mais em muito menos tempo do que qualquer outro membro do Knot, foi direto ao ponto. Já estava ficando com nojo daquelas entrevistas de 10min do Corey, onde ele falava, falava e falava, mas não falava nada, realmente. Era pura enrolação, o Joey quebrou essa sequência, esse tabu. Falou o que tinha que falar! Fiquei contente pra caralho, não vou negar isso. E apenas pra finalizar, gostaria de dizer que a máscara do #1 fica mais linda a cada dia que passa. #FATO stay #1 & maggots!

12 de mar. de 2012

Joey Jordison toca com System Of a Down!

Olá Maggots, tudo certo? Recentemente Joey Jordison, baterista e número #1 do Slipknot, tocou bateria com o System Of a Down, no Road Laver Arena, na cidade de Melbourne, Austrália. Cidade essa que fez parte da recente e fabulosa turnê do Knot, encerrada dia 05 de Março.

Ao lado do System (também abreviado para SOAD), Jordison tocou vigorosamente a canção Suite Pee, que pertence ao grupo californiano. A banda também havia iniciado uma turnê pela Austrália, quase na mesma época que o Slipknot. Coincidência ou não? Que se foda! Mas reparem num pequeno detalhe: Joey sobe ao palco e cumprimenta cada um dos membros do SOAD, exceto John Dolmayan, que por acaso é o baterista. Percebam que no vídeo, John sai pela lateral do palco com suas baquetas nas mãos, tendo apenas abraçado Serj Tankian. Teria Dolmayan ficado "emburrado" com o #1 do Knot? Se ficou, sem motivos, afinal era apenas uma participação especial de Jordison. Abaixo, o estranho e enérgico vídeo:

2 de mar. de 2012

Joey Jordison anuncia novo projeto paralelo!


Recentemente Joey Jordison, o #8 do Slipknot, cedeu uma entrevista ao site News.com.au onde falou sobre a morte do baixista Paul Gray, deixando escapar seu novo projeto paralelo, ainda sem data prevista, mas segundo ele num "futuro próximo". Agora, a entrevista completa:

Joey: Eu recebi um presente de uma jovem moça durante a turnê com Rob Zombie. Minha reação foi: “Ok, bem, obrigado” – e então peguei o pacote, abri, e senti um cheiro estranho. Mas não é o que você está pensando, era realmente muito estranho. Eu já trabalhei em casas funerárias, minha família teve esse tipo de negócio por muitos anos, portanto eu não fiquei muito assustado. Mas eu me pergunto como aquela garota conseguiu isso. Basicamente eram os ossos de um braço humano inteiro.


Sobre a morte de um de seus melhores amigos, baixista e membro fundador do Slipknot, Paul Gray:
Joey: É terrivelmente trágico, mas a vida segue em frente, e eu tenho certeza que Paul não gostaria que jogássemos a toalha. Eu sinto muita falta do meu amigo e ele estará em cada gravação do Slipknot, espiritualmente. E nós temos muitos riffs guardados que escrevemos juntos e ainda não usamos, portanto são riffs monstruosos. Sentirei falta de Paul para sempre, mas você não pode sentar e se deixar desmotivar. Isso não é desculpa para não continuar com o Slipknot.


Sobre a postura ambivalente do vocalista Corey Taylor em querer gravar um álbum sem Paul, afinal houveram rumores de que ele sairia da banda:
Joey: Eu estive no estúdio por seis meses gravando com o Slipknot e também em alguns trabalhos solo. Ele (Corey) realmente quer continuar com a banda.


E por fim, Joey fala sobre seu  trabalho solo:
Jordison: Sim, estarei formando uma banda em um futuro próximo, com um monte de material que escrevi recentemente. Eu não quero revelar muito, mas estive no estúdio e acho que as pessoas vão ficar surpresas. Será muito pesado! Mas é o Slipknot que importa no momento. Somos de uma espécie única. Ninguém nunca será como nós.


A parte do presente da garota foi satânica, mas é muito bom saber que o #1, além do Slipknot e do Murderdolls, está dedicando-se também à outros projetos. Agora basta aguardar e ver no que isso vai dar. stay #1!

Fonte -> http://megalomania1.wordpress.com/2012/02/29/joey-jordinson-do-slipknot-anuncia-novo-projeto/

15 de jan. de 2012

Joey Jordison fala sobre o 'Iowa'

Não sei exatamente quando, mas surgiu na internet um vídeo de 38 segundos onde Joey Jordison fala sobre o álbum Iowa e em um vago momento, cita a morte de Paul Gray, dizendo que o baixista ainda está com eles, e que o Slipknot tem tudo para seguir em frente. Muito motivante para nós Maggots, vermos o próprio #1 dizer isso, sinal de que o processo de superação e cura da morte do #2 do Knot está indo bem, agora só nos resta esperar para ver quando o Slip irá entrar em estúdio para gravação de um novo álbum, que supostamente será lançado nesse ano de 2012. Espero por esse dia ansiosamente, mas por enquanto fiquem com o vídeo de Joey, logo abaixo acompanhado da tradução:


"Eu amo os meus oito irmãos. Não tem ninguém como ele e ninguém que possa substituí-lo, não tem como fazer isso. Nada vai curar nosso coração. Mas o Paul ainda está aqui, o Iowa ainda está aqui, está tudo aqui. Nós vamos seguir em frente, vamos fazer turnês. O Iowa vai viver pra sempre. O Iowa é o melhor e mais pesado disco da década, pronto." stay!

Joey fala sobre o processo de criação das músicas

A algum tempo atrás, questão de alguns meses, a Revolver Magazine lançou uma edição especial chamada 'Book of Slipknot', que conta toda a história da banda com entrevistas, galeria de fotos e um espaço especial para Paul Gray. O site da revista comemorou o lançamento com o 'Mês do Slipknot' onde eles liberam material sobre a banda no site durante o mês de outubro.

Dessa vez, o material liberado foi um pedaço de uma entrevista com Joey Jordison, onde ele fala sobre o processo de criação e gravação das músicas:

"Se você prestar atenção nas nossas coisas, cada álbum é diferente. O primeiro foi aquilo, o Iowa ficou mais obscuro e pesado. O Vol. 3 ainda é pesado mas a gente começou a colocar umas coisas mais estranhas tipo ‘Prelude 3.0', ‘Circle’ e ‘The Virus of Life’ o que começou a expandir nosso som. E depois veio o ‘All Hope Is Gone’ e você ouve a música-título do álbum e não tem nada além de baixo duplo e riffs super pesados, e aí você tem ‘Snuff’. E tem ‘Gematria’ que é uma das melhores músicas do Slipknot que a gente já tocou. Uma história engraçada sobre essa música é que Paul e os guitarristas estavam no ensaio tocando ‘All Hope is Gone’ algumas vezes que é uma das minhas favoritas, e aí tocamos Gematria e eu disse que provavelmente tocaríamos essa quando tivesse uma turnê, mas eles discutiam muito sobre os riffs porque são muito técnicos então eu disse ‘Tá bom, vamos esperar até que vocês consigam decidir isso."

"A criação das músicas começa com uns pedaços de bateria e guitarras. Aí gravamos uma demo: eu faço a bateria, colocamos as guitarras, depois o baixo e isso fica sendo a base da música. Corey escreve as letras ou eu e Shawn temos letras as vezes também, aí colocamos. Depois começamos com as percussões, que vem depois, e nós, os três bateristas trabalhamos em um triângulo nisso colocando as coisas nos lugares certos. Aí vem o Sid com as suas esquisitices e você nunca sabe o que ele vai fazer – ele é um alien. E o Craig – que nós chamamos de ‘Serial Killer’, ele não fala – ele coloca os últimos detalhes, os barulhos e tudo o que precisamos pra deixar a música mais perturbadora. É assim que funciona"

Achei interessante e bacana pra caralho o Joey dividir essa informação interna da banda, de como cria-se e grava-se as músicas, com os Maggots, fantástica a atitude do cara! Vendo o processo de criação, dá pra se perceber que é como se fosse uma escadinha, que começa por baixo, que é o mais importante e vai subindo, até a parte mais detalhada de cada música, como os samplers e efeitos do Sid. Muito bacana!
E só para constar, esa informação foi divulgada a algum tempo na internet, porém como eu ainda não havia postado-a aqui, postei agora, apesar de todo o atraso, certo? Qualquer coisa comentem, stay!

17 de dez. de 2011

Joey Jordison vs. Dave Lombardo: quem é o melhor?


Após conheçer Slayer recentemente, percebi logo de cara que Dave Lombardo, o baterista da banda toca pra caralho, tão em quanto o Lord da Batera, Mr. Joey Jordison, então essa tamanha habilidade de ambos fez eu questionar-me sobre quem é o melhor. E sinceramente, não tenho uma opinião muito bem formada sobre isso. Tanto Joey quanto Dave são rápidos, não dá pra negar isso... a velocidade que eles demonstram nos pedais duplos, e na bateria em si não me deixam mentir, é algo incrível e que realmente impressiona. A velocidade eu acho que é a maior característica de ambos, não vejo outra que prevaleça mais que essa: a velocidade.

Na verdade, acho que os dois bateristas tem bastante em comum: são veteranos e velozes na batera, tem como principal característica a velocidade, tem muita mas muita técnica mesmo para conseguirem fazer todos aqueles rolos e alavancadas com os tambores e pedais, ambos me fazem pensar que tem 8 braços quando os ouço tocando, enfim... embora sejam membros de bandas com histórias e gêneros diferentes, os bateras do Slipknot e Slayer tem bastante em comum. Estas são as qualidades e semelhanças entre eles, mas a pergunta ainda continua no ar: quem é o melhor? Joey Jordison ou Dave Lombardo?

Pessoalmente falando, acho que a resposta depende de uma série de váriaveis, como por exemplo de qual banda a pessoa gosta mais, com qual baterista mais se identifica, se tem alguma atitude desse baterista no palco que as agrada mais do que outro, varia muito... eu particularmente considero o Joey melhor que o Dave, pois o Pequeno Notável me agrada mais, o fato dele mexer a cabeça e o cabelo no palco, a forma como ele toca, trocando as baquetas de pratos, tocando de forma involuntária, natural e alucinante, além do estilo no qual ele (Joey) toca, me agrada mais em relação ao de Dave. Além destes fatores, também há o fato de que eu curto mais Slipknot do que Slayer, então influencia um pouco eu acho. Para mim, Joey Fucking Jordison é um baterista excepcional e massivo, o cara toca muito, toca demais... toda sua velocidade, técnica, desenvoltura e empolgação diante da bateria me fascinam, me dão aquele frio gelado na espinha, entendem?

Nada contra Dave Lombardo, mas eu fico com Joey Jordison... está no sangue, não adianta, a resposta não poderia ser outra. Alguma coisa no Joey me atrai, se for comparada aos demais bateristas que conheço e admiro. A pequena estatura do #8 do Slipknot e sua grande habilidade na batera o tornam mais massivo e compacto ainda, o que me agrada ainda mais. Realmente o considero um artista perfeito: toca muita bateria, é rápido, tem uma excelente performance no palco (embora esteja pecando sobre isso ultimamente), tem muita técnica, toca de máscara que deve ser mais dificil ainda, toca até girando na vertical, além disso ainda toca guitarra no Murderdolls, sua banda paralela. É perfeito.


Dave Lombardo é excelente também, mas eu dou o ultimato: Joey Jordison é o melhor baterista do mundo, insuperável com certeza. Nunca existiu, não existe nem nunca existirá um batera como ele, o cara é único.

Porém, todas estas palavras fazem parte apenas da minha opinião, falando como fã, cada um tem a sua idéia, sua opinião... concordem ou discordem de mim, é normal e já espero por isto... é para isto que a caixa de comentários existe logo abaixo, comentem, stay!

8 de dez. de 2011

Joey Jordison desanimado no Rock in Rio: será?

Dia 25 de Setembro de 2011, o Slipknot sobe ao palco do Rock in Rio e faz um show arrasador. Um showzaço, digno de deuses do metal, com direito a bateria vertical e jumpthefuckup, porém após a apresentação do Knot no RIR, surgiram comentários a respeito da performance de Joey no palco do evento, dizendo que ele estava desanimado, não estava tão enérgico como a alguns anos atrás, mas será mesmo? Sinceramente? Tenho quase certeza de que sim, de que ele realmente não deu o melhor de si no RIR. Só para esclarecer, não estamos julgando o baterista do Slipknot, apenas comentando sobre sua maneira no palco, analisando o que poderia ter causado tal 'desanimo', no #1 do Slip, não interpretem mal o objetivo da postagem.

Continuando, antes do show do Knot começar eu estava ansioso, tentando imaginar como seria a a apresentação deles, afinal é um evento de grande porte, os caras iriam tocar pra 100.000 pessoas, enfim... eu estava cheio de expectativas, porém após o inicio do show e durante o mesmo, percebi que o Joey estava diferente, que não estava como eu estava acostumado a ver, com o cabelo voando pra frente e pra trás, com toda aquela empolgação diante da batera, ele estava mais "normal", sem mexer muito a cabeça, sem nada de incomum como o de costume... ele estava simplesmente tocando bateria normalmente, como a maioria dos bateristas de outras bandas tocam. De certa forma fiquei decepcionado no momento e após o show, pois o #1 é o meu membro preferido do Slipknot, seguido de Corey então eu esperava mais dele... esperava uma coisa mais ao estilo Iowa, com ele conduzindo a música mexendo a cabeça velozmente sendo pra frente e pra trás, ou dando aqueles giros insanos com suas madeixas. Eu realmente esperava, que pelo porte do Rock in Rio, pela quantidade de gente à qual eles iriam se apresentar e pelo fato de estarem numa fase de superação após a morte de Paul, que o Joey fosse dar o melhor de si... que ele rompesse os limites da insanidade, que fosse um show histórico, mas não da forma que eu pensava, pois do meu ponto de vista, quem conduziu o show foi o Corey, que incentivou a galera a fazer o jumpthefuckup, a empolgação que ele (Corey) demonstrava no palco, a energia que ele emanava pro público, além lógico de todo o resto da banda fazer o seu papel: dar o seu melhor e fazer uma apresentação digna do nome "Slipknot". Todos fizeram seus respectivos papéis, não nego isso... mas ao meu ver e do de muita gente, o Joey não estava muito animado pra esse show, ele me pareçeu desmotivado, sem vontade, sabe? E foi isso que me desapontou, acho que o principal defeito (e talvez único) do show foi esse: a desmotivação do Joey pra tocar.

Eu esperava mais do Pequeno Notável, muito mais... mas mesmo assim o cara tocou muito bem, conduziu as músicas com perfeição, além da bateria vertical no final do show que foi um momento incrível, particularmente o meu preferido, mas ainda assim, com toda essas qualidades relacionadas ao Joey no Rock in Rio, que acabaram não suprindo a minha necessidade de vê-lo naquele estado demoníaco no palco, foi triste de ver que o #1 fez de uma coisa que era pra ser histórica (e foi, mas não tanto por parte dele), uma coisa relativamente normal por parte dele. Com certeza essa falta de vontade do Joey foi uma peça que fez a diferença do no quebra-cabeça todo, só lamento... mas mesmo assim foi um show incrível, mas incompleto pra mim, senti falta daquela euforia do Joey diante da batera, fez falta, com certeza.

Porém, com tal defeito por parte do #1 do Slipknot, venho a pensar: o que causou esse desanimo nele? Existem inúmeras hipóteses, mas as que considero principais são a morte de Paul, que podem tê-lo feito lembrar do baixista e que por isso o desanimaram naquela noite, uma discussão que pode ter ocorrido antes do show nos bastidores ou algo assim, portanto Joey estaria irritado e consequentemente sem tanta vontade de tocar, ou então ele poderia estar desanimado sem nenhum motivo aparente, simplesmente um golpe de azar, de o show do Rock in Rio ter caído justamente num dia ruim para o baterista, ou então a pior e mais perturbadora das hipóteses: Joey pode ter mudado seu jeito de tocar. Talvez ele tenha deixado aquele cara doido, que ficava descontrolado enquanto tocava, para trás... talvez ele esteja se renovando (não da maneira como esperamos), talvez a morte de Paul tenha mudado alguma coisa dentro dele com relação ao Slipknot. Não sabemos, nunca saberemos até que o próprio Joey diga algo sobre o assunto, mas por enquanto tudo o que podemos fazer é lamentar pela falta de fibra dele no show e torcer para que o baterista não tenha mudado, de que seja apenas uma fase ruim e de que em breve ele voltara aos tempos de Iowa. Torço de coração por isso, o Slipknot não seria o mesmo sem a insanidade ele, seria uma banda incompleta.

Enfim, isso era tudo o que eu tinha para falar sobre a performance do #1 no Rock in Rio. Concordem, discordem de mim através dos comentários, opinem, comentem, stay!

1 de out. de 2011

Joey Jordison: bateria vertical no Rock in Rio

Como todos nós sabemos, o momento mais marcante do show do Slipknot no Rock in Rio foi a bateria vertical com o Joey durante Surfacing, e com isso é lógico que eu não deixaria de imortalizar tal cena aqui no 'Domínio Maggot', com um post criado exclusivamente para a postagem desses vídeos... vídeos esses, que toda vez que eu assisto, sinto um arrepio frio na espinha, então como eu já disse 1 milhão de vezes e volto a repetir que esse momento foi foda demais, sinto a necessidade de compartilhar essa emoção com vocês, para que vejamos este momento muitas e muitas vezes, durante muito tempo... porque aquela bateria vertical mereçe, foi histórica! Então aqui ficam os vídeos, motherfuckes:




E nesse segundo vídeo, filmado por quem estava no meio do povão do Rock in Rio, sintam como os Maggots vão à loucura quando a bateria vira e fica na vertical, muita doidera, mas vale a pena assistir:

21 de set. de 2011

Joey se mijando antes de show - OLD VIDEO

Caros Maggots, encontrei um vídeo hilário e de certa forma constrangedor para Joey Jordison, onde ele apareçe se mijando momentos antes de subir no palco com o Slipknot, e olha que foi mijo pra caralho, tanto que até fez uma poça no chão. Não tem muito o que dizer desse mico do Pequeno Notável, agora basta saber se essa mijada foi proposital ou acidental, coisa que jamais saberemos.

Abaixo, o vídeo dessa merda:

4 de jul. de 2011

Teria Joey pego a mania de subir em Clown?

Joey Jordison sempre foi insano, um cara muito irado, isso não é novidade pra ninguém, mas ultimamente acho que ele não tem tomado o seu Gardenal, pois percebi que desde a volta do Slipknot em 17 de Junho, na Alemanha, o Joey tem aparecido em fotos nas quais sobre nos ombros de Clown, e então eu me pergunto: teria se tornado isso, uma mania?

Sinceramente, não sei... a única da qual tenho 100% de certeza é de que é foda ver o rei da batera nos ombros do Shawn, fazendo sinais obscenos, mas ainda mais que isso, é ver seus gambitos, suas canelas finas. Mas mesmo assim continua sendo fodão.

Para os poucos seres humanos que ainda não viram tais cenas, aqui vão algumas para que vocês deliciem-se com os gambitos 'sedutores' de Joey Jordison:




Essa foto é de álbuns antigos, e não
do Sonisphere.

23 de jun. de 2011

Joey Jordison teria tingido o cabelo de loiro?

Eu sei que o nosso Lord da batera, Joey Jordison, tem o cabelo preto, um belissímo cabelo escuro, digno de um baterista de verdade. Afinal o quê é um batera sem o movimento supersônico de suas madeixas?

Porém, remexendo entre as 7.549 do Slipknot que eu possuo no meu pendrive, percebi que em algumas fotos, o cabelo do Joey está com uma tonalidade mais clara que o normal, meio loiro e eu, naturalmente, estranhei isso. Porém, como eu já disse anteriormente, sei que o "Pequeno Notável" tem o cabelo preto como sua cor natural, mas com as fotos acima fiquei em dúvida se durante algum álbum do Slipknot, o nosso gigante da batera tingiu suas madeixas, ou descoloriu.

Não sou nenhum perito em tingimento capilar, então não sei se o cabelo dele ficou mais claro devido a iluminação do show, ou se o Joey realmente fez algum tipo de pintura ou descolorização no cabelo. É só a minha opinião, mas acho que a iluminação não bastaria a ponto de deixar o cabelo dele como está nas fotos lá de cima.

Só a minha idéia. Mas e vocês Maggots, o quê acham a respeito disso?
Comentem.

STAY (SIC!)


15 de mai. de 2011

Joey Jordison: "O Slipknot continuará com ou sem o Corey"

Desde a morte do Paul, o Slipknot está envolto por um clima de incerteza e dúvidas, que eram duas: "Quem seria o novo baixista?" e "O Slipknot vai continuar?". Com o passar do tempo, o Knot anunciou que Donnie Steele, antigo guitarrista da banda, iria assumir o posto de baixista do Slip, o que na minha opinião foi uma decisão muito bem tomada.

Porém, ainda há a dúvida-mãe sobre o futuro do Slipknot no sentido de se a banda continuará, mesmo com a morte de Paul ouse após tal fatalidade a banda chegaria ao fim, e é justamente esse o "x" da questão do vídeo que estou prestes a postar, pois nele Joey, Corey e Clown dão as suas versões em relação ao futuro da banda e a um possível novo álbum em 2012, e com essas versões deles fica muito mais fácil tirarmos as nossas próprias conclusões. As palavras de cada um no vídeo são muito contraditórias, pois não se encaixam com as versões dadas pelos outros, entendem? Elas batem de frente, não fazem sentido uma com as outras então acho que há uma certa mentira nas palavras ditas por Corey e Clown, já que as do Joey são as que mais se encaixam com a atual situação da banda.

Joey é questionado sobre os futuros shows do Slip, se ele tem feito composições de novas músicas e se a banda continuará e ele responde que se depender dele a banda terá novos álbuns, novas músicas e que sim, o Slipknot continuará com ou sem o Corey e que por final a banda está anciosa para voltar ao palcos.

Já Corey, é perguntado sobre o que os fãs podem esperar dos shows do Knot e ele diz que será como se fosse uma "comemoração com os fãs à vida de Paul".
Porém, quando Clown é questionado com a mesma pergunta de Corey ele fala uma grande bobagem que, sinceramente, quase não entendi dizendo que o palco do Slip estará envolto por uma torta gigante, como os caças F-16.

Enfim, só vendo o vídeo mesmo pra ter uma conclusão concreta e firme quanto ao futuro do Slipknot e eu já tenho a minha, postarei nos comentários desse post. Enquanto isso, curtam o vídeo, vejam bem as palavras do Corey, do Joey e do Clown e apartir disso, tirem uma conclusão que seja comentada, certo?
Embaixo, o vídeo: